Como os EUA atraem mais e mais imigrantes empresários e inventores?

 
 
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SAO PAULO, Brazil - April 26, 2016 - PRLog -- Você sabia que Santos Dumont adquiriu seus conhecimentos e experiência fora do Brasil? Atualmente, muitos vêem os EUA como o país onde podem aperfeiçoar as suas capacidades e ganhar experiência.

Dados recentes[1] mostram que, desde 2015, há 1.2 milhão de imigrantes nos EUA com os vistos de estudante. É um fato conhecido que imigrantes têm maior probabilidade de começar um negócio ou tornar-se inventores do que aqueles nascidos nos EUA.

Pesquisa[2] recente descobriu que os imigrantes constituem 35,5% da área de tecnologia dos EUA, definidos como pessoas que fazem "inovações significativas e negociáveis" para as indústrias relacionadas com a tecnologia.

Um relatório[3] recente mostrou que os EUA são líderes mundiais também em atrair talentos inventivos de outros países. Entre 2001 e 2010, os EUA atraíram 194,609 inventores estrangeiros, e estes têm mais probabilidade de serem empreendedores e inovadores: eles têm duas vezes mais probabilidade de iniciar um negócio e para patentear do que os nativos. Os imigrantes foram responsáveis por um em cada quatro start-ups em tecnologia nos EUA, entre 1995 e 2005.

Um estudo[4] recente descobriu que imigrantes iniciaram mais de 50% das start ups americanas avaliadas em US$1 bilhão ou mais, e estão entre os principais membros de equipes de gestão ou de desenvolvimento de produtos em mais de 70% destas empresas.

A pesquisa constata que entre as start ups bilionarias
os fundadores imigrantes criaram aproximadamente
760 vagas por companhia nos EUA. O valor somado de
44 empresas fundadas por imigrantes chega a US$168 bilhões,
o que representa quase que a metade do valor do mercado de
ações da Rússia ou do México. Os dados ajudam a ilustrar a crescente
importância e contribuição dos imigrantes para a economia dos EUA.

Nos EUA, um imigrante pode registrar uma empresa ou uma marca em seu próprio nome sem a necessidade de ter um sócio americano. Entretanto, no Brasil, um imigrante precisa necessariamente de um sócio brasileiro para abrir uma empresa. Alem disso, um imigrante não pode registrar uma marca em seu nome, para isso, o escritório de patentes brasileiro exige que o imigrante tenha, primeiramente, aberto uma empresa no pais ou atribua, por procuração, um contrato com um advogado habilitado a registrar a marca em seu nome.

Em contraste, nos EUA um imigrante pode registrar uma marca em seu próprio nome através do site do escritório de patentes dos EUA, sem a necessidade de possuir previamente uma empresa formal, o que inclui a não necessidade de uma sociedade.

Em um momento de crise econômica, a inovação deve prosperar,
trazendo grandes benefícios ao Brasil como mostra o bem sucedido
modelo americano que permite aos imigrantes registrarem uma companhia
ou uma marca em seus nomes, sem um sócio brasileiro.

Com a Europa combinada, os EUA ainda são os líderes em atrair imigrantes inventores. É um fato conhecido que imigrantes têm maior probabilidade de começar um negócio ou tornar-se inventores do que aqueles nascidos nos EUA.

Um excelente livro, de fácil compreensão, chamado ExecVisa (http://www.execvisa.com/#!pices/c1qig),
foi publicado recentemente para entender melhor sobre imigração aos EUA.
O livro também inclui Capítulos sobre propriedade intelectual,
Marcas Registadas e Patentes nos EUA e em outros Países.

Como comparação, a Suíça é o líder na Europa[5], tendo um conjunto de sistemas de apoio à inovação e negócios, e esses sistemas ajudaram a Suíça a atrair um grande número de talentos de outros países da Europa.

Com o intuito de reforçar seu ambiente de inovação,
é importante que o Brasil se conecte aos modelos
de maior sucesso no mundo, criando a estrutura necessária para
o suporte aos imigrantes inventores e  empresários,
que possam contribuir para a economia brasileira.

Visto de investidor é uma forma comum no Brasil para o imigrante obter o visto permanente. Isto se deve ao fato de que o mínimo de investimento foi definido em um valor acessível para a imigrante, R$ 150 mil. Porém, recentemente o Conselho Nacional de Imigração Brasileira alterou o valor mínimo de investimento para a concessão de visto de investidor permanente para investidores estrangeiros. O novo regulamento[6] estabelece o novo valor mínimo em R$ 500 mil (~ US$ 125 mil).

Reduzir o valor mínimo de investimento para o visto permanente de investidor
para estrangeiros no Brasil, beneficiaria muito a economia brasileira.
No momento, estamos experimentando uma crise econômica
e devemos procurar atrair mais investidores estrangeiros,
diminuindo ainda mais o valor mínimo de investimento.
Além disso, criar novos postos de trabalho para brasileiros é um requisito
para visto permanente de investidor estrangeiro no Brasil.

Não queremos perder esses talentos!

Referências

1. https://www.ice.gov/sites/default/files/documents/Report/...

2. https://itif.org/publications/2016/02/24/demographics-innovation-united-states

3. http://global-indices.insead.edu/gtci/documents/INSEAD_2015-16_Full_Book_Ebook.pdf

4. http://nfap.com/wp-content/uploads/2016/03/Immigrants-and-Billion-Dollar-Startups.NFAP-Policy-Brief.March-2016.pdf

5. http://www.wipo.int/publications/en/details.jsp?id=3952

6. http://acesso.mte.gov.br/data/files/FF8080814FF112E80151692F3EE67AD6/Resolu%C3%A7%C3%A3o%20Normativa%20n%C2%BA%20118.pdf

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