Depois de alguns meses de testes com usuários convidados — e de alguns ajustes e melhorias — já está aberto ao público o site www.minhaseconomias.com.br, agora com ainda mais ferramentas para auxiliar as pessoas na educação e controle financeiros.
Na versão Beta, os usuários podiam cadastrar entradas e saídas financeiras e acompanhar o desempenho de seu dinheiro por meio do saldo e de gráficos que indicavam onde estava sendo investido cada centavo: roupas, educação, transporte. Agora, com novos gráficos em “flash”, as informações podem ser ainda mais organizadas, filtrando as diferentes contas bancárias e de cartões, por exemplo; as transações em cada uma das categorias — as compras de roupas de cada membro da família, o transporte de cada um dos filhos — entre outros detalhamentos.
E as melhorias — muitas delas indicadas pelos próprios usuários — não param por aí. A ideia dos criadores do Minhas Economias é desenvolver cada vez mais novos instrumentos para transformar o controle financeiro em algo realmente prático e eficiente.
“Nossa ideia é deixar o cenário das contas cada vez mais claro”, comenta o engenheiro curitibano Marcelo Kimura, um dos criadores do Minhas Economias. “Mostrar exatamente para onde está indo cada centavo e indicar caminhos do que pode ser ajustado para acertar as finanças e tornar possível a realização dos sonhos de curto, médio e longo prazo. E para isso a interface cada vez mais amigável é fundamental.”
Há vários sites que hoje disponibilizam planilhas para controle das finanças. Planilhas estas que podem ser baixadas e administradas no computador de cada pessoa. E eis a grande diferença do Minhas Economias, ou seja, a possibilidade do controle on-line e totalmente gratuito, uma vez que o site não cobra nenhum tipo de taxa, independentemente do número de transações lançadas pelo usuário. “Muita gente tem dificuldade em usar as planilhas de forma realmente eficaz”, comenta Décio Kimura, engenheiro e consultor financeiro do Minhas Economias.
“Eu já tinha tentado controlar minhas finanças usando o Excel, o Microsoft Money, mas o fato de ficar preso a um único computador não facilitava as coisas para mim”, comenta o consultor em educação, pesquisa e inovação Rodrigo Silvestre, um dos primeiros usuários do Minhas Economias. “Precisava de um sistema que fosse rápido de alimentar e que trouxesse facilidades como a importação de extratos. Fui um dos primeiros convidados a conhecer o site. Uso diariamente as ferramentas, além de ter sugerido melhorias”, conta.
Vale lembrar que para fazer uso do Minhas Economias o usuário precisa apenas de um e-mail e de uma senha de cadastro. O que garante a sua segurança — além das mesmas defesas tradicionais utilizadas pelos bancos e instituições que permitem transações financeiras on-line — é justamente o anonimato. “Em nenhum momento pedimos ao usuário dados que possam identificá-lo”


